O mundo inteiro está sendo impactado pelo COVID-19, da família coronavírus. O coronavírus é uma família viral que causa infecções respiratórias em humanos. Sua primeira aparição foi em 1937. Essas infecções podem ser leves e moderadas, parecidas com um resfriado comum. Por ser uma família, existem diversos tipos de coronavírus e alguns deles podem causar doenças respiratórias.  No final de 2019, foram registrados os primeiros casos na China de uma nova doença da família coronavírus, o COVID-19 (coronavirus disease 2019). Esta é a forma do coronavírus como conhecemos e estamos sendo impactados em 2020.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, o número de casos do novo coronavírus no mundo chega a mais de 100 mil, sendo aproximadamente 80mil na China, 21mil em outros 93 países. Com mais de 9 mil mortes em todo o mundo, esta pandemia tem levado toda a nação brasileira a modificar sua forma de trabalho, consumo e convivência. Aqui no houpa, adotamos a medida de home office, que é o trabalho remoto em casa. A medida foi adotada para evitar o contágio e obedecer as recomendações mundiais para conter a propagação do vírus. A preocupação primária é o bem-estar de toda a população e, assim como o houpa, muitas empresas precisaram adaptar seus negócios para passar pelo período de contingência do vírus.

A situação, completamente atípica,  impacta todo o mercado de consumo e com isso novas preocupações surgem, tanto para trabalhadores quanto empreendedores. Em apenas quatro meses, o mercado de consumo sofreu impacto há muito tempo não visto. A pandemia global foi declarada pela OMS em 11 de março de 2020 e, desde então, empresas de todo o mundo lutam para se adaptar a uma nova realidade de quarentenas, fronteiras fechadas e bloqueios.  Ainda que ninguém queira parar de trabalhar e assim, conseguir garantir seu sustento, muitos mercados estão sendo obrigados a diminuírem seus esforços. E no mercado de compra e venda de roupas não é diferente.

A OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) entende que a economia global deve crescer apenas 2,4% em 2020. Nível mais baixo desde 2009. As empresas que mais valorizam por conta do vírus são relacionadas a remédios e produtos hospitalares, como máscaras e álcool gel. Já empresas ligadas a turismo e indústria devem desacelerar com a paralisação de economias importantes como Itália e China, prevê a OCDE.

Coronavírus em São Paulo

Foto – Guilherme Frodu

De acordo com o Centro de Contingência par ao coronavírus de governo do estado de São Paulo, mais de 400 mil pessoas correm o risco de serem infectadas nos próximos meses. Para o pior cenário, a projeção estima cerca de 10% da população brasileira infectada. Isto corresponde a 4,6 milhões de pessoas, apenas no Estado de São Paulo. A segunda quinzena de março começa com mais de 240 casos confirmados na cidade e mais de 5 mil suspeitas. 

Apesar da proibição em diversas empresas e estabelecimentos, mercados, padarias, farmácias, postos de gasolina e suas lojas de conveniência, restaurantes, petshops e feiras livre continuarão funcionando na cidade. As aulas em escolas municipais e estaduais foram suspensas, junto com eventos públicos estaduais. Além disso, os postos do Detran e Poupatempo da cidade estarão com limitações de visitantes para evitar aglomerações.

A projeção do crescimento de infectados mostra que todos precisam se preparar para as próximas semanas. Entender o cenário que sua empresa se encontra, fornecer o máximo de segurança para seus funcionários e ainda sim continuar, de alguma forma, buscando o rendimento e vendas é essencial para a vida útil de qualquer marca, em qualquer mercado.  Outra medida tomada na capital foi o cancelamento de eventos com mais de 500 pessoas.

Fechamento de shoppings em São Paulo

O governo da cidade determinou o fechamento de shoppings e academias da capital paulista e da região metropolitana como medida de contenção à propagação do vírus. Diversos tipos de comércios foram obrigados a terem suas atividades modificadas e/ou finalizadas. Bruno Covas, prefeito da cidade, assinou um decreto determinando o fechamento do comércio na cidade de São Paulo, começando no dia 20 e terminando no dia 5 de abril. Apesar de apenas uma recomendação, a Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (ALSHOP) informou que irá cumprir integralmente a determinação dos governos estaduais. As taxas serão reduzidas a fim de ajudar os lojistas do segmento.

“A associação acompanha o desdobramento atenta a esta situação dos mais de 40.000 associados em todo o país. Já anunciamos a redução da taxa do condomínio e agora, com o fechamento temporário, teremos uma condição diferente destas taxas que estamos negociando”, diz a nota da entidade. Esperamos com estas medidas poder aliviar esta situação, que esperamos ser temporária, evitando que o coronavírus se espalhe, para retomarmos o nosso cotidiano”

A Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers), em conjunto com a ALSHOP, também afirmou que as entidades estão buscando a isenção de impostos e ajuda financeira para os empresários manterem a empregabilidade dos colaboradores durante o período de crise.

Saúde financeira dos lojistas de shopping

O comprometimento da saúde financeira dos lojistas é uma preocupação da ABLOS (Associação Brasileira dos Lojistas Satélites), que também representa lojistas de shopping. Com a decisão de fechamento dos shoppings, a entidade diz estar se organizando para pedir moratória aos empreendimentos e ao governo paulista.

“Ainda não se sabe quantos e quais estabelecimentos comerciais irão fechar durante o período recomendado por João Dória, mas a associação já se organiza para pedir moratória aos empreendimentos, além da isenção do aluguel ou cobrança equivalente ao percentual de vendas, isenção do fundo de promoção (despesa obrigatória relativa à publicidade) e flexibilização no pagamento da taxa de condomínio, com novos prazos e sem multa, além da ajuda dos bancos e governo com linhas de créditos e isenção de imposto”, explica a ABLOS.
 

Linha de crédito especial para comércio

O governo de São Paulo lançou uma linha de crédito especial para empresas de turismo, comércio e economia criativa. A agência pública Desenvolve SP e o Banco do Povo Paulista estão a frente da linha de crédito. Esta medida abrange os empresários do estado de SP e tem quantia determinada em R$ 500 milhões pelo governo, como afirma o governador João Dória.

“Hoje anunciamos mais R$ 275 milhões para conter os efeitos nocivos (do coronavírus) na economia de São Paulo. Com esta decisão, nos estamos alcançando R$ 500 milhões”, disse Doria.

 

Coronavírus e o setor de varejo

Segundo um relatório lançado pela XP Investimentos, o setor de varejo tem risco “médio alto” frente ao coronavírus. O risco é de um choque de demanda em função da restrição de movimento e da priorização do consumo básico em detrimento do consumo livre. Isto quer dizer que o impacto negativo é esperado para o setor como um todo, apesar da visão limitada no momento, por conta das constantes mudanças e acontecimentos. No entanto, este setor ainda não foi completamente impactado, deixando o ritmo de vendas ainda estável desde o início do ano.

Entretanto, a XP espera que este fluxo reduzido cresça nas próximas semanas, uma vez que os números de casos no Brasil vem crescendo diariamente. Em São Paulo as medidas são um pouco diferentes. No final de semana dos dias 14 e 15 de Março, o comércio varejista brasileiro registrou declínio de 2 dígitos igual ao mesmo período em 2019 e da última semana, nas consultas para vendas à vista e prazo nas lojas. A ACSP (Associação Comercial de São Paulo), por meio do Instituto de Economia Gastão Vidigal, analisou um recuo de 16,7% nos negócios do último final de semana e a projeção é que este número aumente a partir da segunda quinzena de março. O desempenho foi comparado ao crescimento das vendas do varejo no mês de março, que cresciam 5,3% só na cidade de São Paulo. Esperava-se que o comércio varajista fechasse 2020 com crescimento de 2% e 3% sobre 2019.

“É uma retração forte. Daqui para frente, os efeitos no varejo dependerão das medidas que serão tomadas”, afirma o economista-chefe da ACSP, Marcel Solimeo. Hoje, o ambiente é de muita incerteza e, por isso, não é possível reavaliar as projeções feitas para o desempenho do varejo neste ano”, comenta  Marcel Solimeo, economista-chefe da ACSP.

Varejo online estimulado pelo isolamento

A Kantar,  líder global em dados, insights e consultoria, divulgo uma pesquisa feita em mil lares chineses. Com aumento de 40% no consumo de alimentos e bebidas, 55% dos consumidores estão se abastecendo por plataformas de e-commerce e fazendo compras e pagamentos online.  Nos Estados Unidos não é diferente, 27,5% dos americanos, segundo a Coresight Research, diminuíram as visitas em mercados, cinemas e outros estabelecimentos. Estima-se que este número chegue a 58% com a crescente de casos e agravamento da doença. Segundo a ASSERJ (Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro), já é possível observar mudanças no hábito dos cariocas. Os produtos mais procurados são papel higiênico, leite, alimentos congelados e álcool gel.

 

aplicativo houpa oferece solução para mercado varejista de São Paulo

Ainda que o isolamento esteja determinado, os consumidores tendem a continuar as compras de serviços e produtos.  O exemplo disso é o mercado atacadista e varejista da moda, que não para! O aplicativo houpa desenvolveu uma pesquisa com mais de 70 varejistas de moda que compram no Brás e Bom Retiro, a fim de entender o impacto causado pelo coronavírus no mercado da moda varejista em São Paulo.   As marcas varejistas que consomem de marcas atacadistas registraram perdas de aproximadamente 40% em suas vendas. Mais de 96% dos empreendedores entrevistados estão sofrendo com a baixa devido a esta pandemia.

A preocupação com o bem-estar da população sempre será a prioridade máxima de todas as empresas, e nós sabemos que a necessidade de continuar os negócios existe. Nos preocupamos com o mercado que tanto amamos e por isso adaptamos nossa solução houpalog para atender às marcas que precisam continuar desenvolvendo seus negócios durante o coronavírus. Tudo com todos os cuidados e cautela necessários para enfrentar as adversidades que o comércio está passando por conta do COVID-19.

Este serviço tem como intenção melhorar a vida dos lojistas empreendedores que precisam e querem continuar oferecendo o melhor para seus clientes, sem deixar de atendê-los. Sabemos que nem todos tem o luxo de poder parar e queremos atingir significativamente e positivamente nossa comunidade. O impacto que este tipo de serviço pode oferece é justamente para mudar os números vistos em nossa pesquisa. Queremos participar, ajudando, oferecendo tecnologia e confiança para nossos clientes. Este é nosso principal objetivo.

Como funciona o houpalog em tempos de coronavírus

Nós, do houpa, oferecemos, a partir do houpalog, o armazenamento e manuseio dos seus produtos. Desta forma, a sua jornada para as lojas reduz drasticamente. A única visita que você precisará fazer é para atualizar o envio do seu estoque. Isso reduz em apenas 1 visita semanal para a sua estrutura física, a fim de atualizar seu estoque 

Atendimento personalizado – Para aderir ao houpalog você precisa ter um cadastro e nós dedicamos uma equipe de atendimento exclusiva para tirar todas as suas dúvidas.  Com este serviço, esperamos oferecer ao mercado da moda do Brás e Bom retiro a possibilidade de continuar seus negócios enquanto o mercado passa por esta movimentação. 

Valores e condições especiais – Não é sobre oportunidade, é sobre necessidade. Por isso, estudamos valores e condições muito especiais para oferecer neste momento. Nossa intenção é, realmente, fazer com que nossos negócios não parem e oferecer, até onde pudermos, o conforto que sabemos que nossos clientes podem ter, que é o de continuar vendendo, desta vez, online.

 Flexibilidade – Nós queremos ajudar!! Você poderá entender qual a sua necessidade, escolhendo os serviços separados ou juntos. Despacho com ou sem armazenamento, você decide. E, se você tem necessidades específicas, fala com a gente. Nós vamos te ajudar no que pudermos.

Nós do houpa sabemos que em tempos difíceis a comunidade prevalecerá e, por isto, queremos participar ajudando nosso mercado e, assim como você, minimizar o impacto em nossos clientes. Para saber mais sobre o houpalog, fala com nosso atendimento especializado, eles estão prontos para te explicar como funciona!

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