Unindo moda e tecnologia, em fevereiro de 2020 a Chanel, uma das marcas mais icônicas no mundo da moda, tomou a decisão de suspender um desfile “Paris – 31 rue Cambon”, que aconteceria no mês de maio em Pequim na China, por conta do coronavírus. 

Foto: François Mori/AP

O desfile seria uma réplica do “31 rue Cambon”, que leva a direção da aclamada cineasta Sofia Coppola, que brinca com os históricos estúdios e salões da Chanel no centro de Paris, levando uma coleção inspirada no apartamento de Gabrielle Chanel , estilista francesa e fundadora da marca. 

“A Chanel acompanha a situação de perto. A saúde e o bem-estar de suas equipes e de seus clientes são a prioridade”, afirmou a grife em um breve comunicado.

A China é um dos maiores consumidores de moda e tecnologia, principalmente de haute couture (alta-costura) no mundo e a ação impacta, não somente marcas, mas também estilistas na capital da moda. Com mais de 70 mil pessoas diretamente impactadas pelo vírus, Jarel Zhang, estilista chinês conceituado, cancelou seu desfile na capital francesa, para “garantir a boa saúde e a segurança dos dois países e reduzir o número de contatos”. 

China estará virtualmente na Semana de Moda de Milão

A tecnologia permitiu, durante os anos, grandes mudanças em diversos setores da moda, como métodos de tingimentos sem necessidade de água, materiais inteligentes como as jaquetas com ar condicionado, biohacking (prática de misturar biologia com ética hacker)  ou com a criação de materiais a partir de bactérias que se adaptam ao crescimento do corpo. 

Um terço do consumo mundial do luxo está na China e a falta desses representantes indica um prejuízo de milhões de euros para a economia italiana. “O impacto econômico do vírus por enquanto não pode ser calculado, embora as medidas tomadas pelo governo chinês não tenham precedentes”, reconheceu a Camera Nazionalle della Moda, responsável pela organização da semana de moda.

Semana de Moda de Milão Inverno 2019! Foto: fashionbubbles

A moda conceito e o mercado de luxo da China não poderiam deixar de participar deste grande evento e por isso apresentou uma solução inédita no mundo: a possibilidade de se conectar virtualmente ao desfile e fazer parte da história. Com a possibilidade de adaptar a tecnologia no mundo da moda, a China aderiu a estas mudanças para participar da Semana de Moda de Milão, que começou em fevereiro, nesta terça-feira (18).

Serão cinco dias para apresentar as novas coleções femininas de outono e inverno, totalizando 56 desfiles, 40 apresentações especiais e aproximadamente 96 apresentações das marcas e estilistas mais famosos do mundo. O estilista chinês Han Wen, de 20 anos, participou do primeiro dia de evento com a declaração “China, estamos contigo”, lembrando a todos a situação do país por conta do coronavírus.

Coleção Han Wen Foto: designow

O coronavírus impediu estilistas, compradores e jornalistas do gigante asiático de viajar, mas não impediu do dia começar com uma declaração de amor no desfile “China, estamos contigo”, do estilista chinês radicado em Nova York, Han Wen, de 20 anos. “Meu desfile mostra mulheres com uma imagem forte, então espero que as que estão na China, outros estilistas e colegas que ficam lá gozem de boa saúde”, disse o estilista em entrevista à AFP.

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